terça-feira, março 28, 2006

Aguada de Cima - 24 Horas da Educação

A Escola EB 2/3 de Aguada de Cima organizou no dia 24 de Março as 24 Horas da Educação, integrando múltiplas actividades culturais, desportivas e curriculares. Desde as aulas da responsabilidade de convidados externos à Escola (empresários, autarcas, responsáveis de organismos públicos, etc), até colóquios, debates, actividades desportivas (muitas), com jantar pelo meio. Foi uma excelente oportunidade de tirar partido da relação escola comunidade. Tudo a girar à volta do Zé Marques Vidal, um amigo a que ninguém sabe ou pode dizer não. A nós coube-nos a honra de moderar um debate com a participação do Dr. Laborinho Lúcio e o Dr. Jaime Gralheiro centrado nos "Caminhos da Educação". Uma assistência de mais de 100 pessoas manteve-se atenta até à 01H30 da manhã a um debate em que as intervenções do Dr Laborinho Lúcio centradas nas ideias de Edgar Morin (teoria do pensamento complexo) permitiram aos presentes reflectir sobre as implicações de uma Educação que nunca se demarca da realidade social. O Dr Jaime Gralheiro relacionou as contrapartidas da expressão dramática para o reforço da acção educativa. Bons momentos. Parabéns Zé Marques Vidal.

Link - Bloguejudeu

O site http://viriatoteles.com.sapo.pt/ listou recentemente o Bloguejudeu nas suas ligações. Ficámos classificados na secção "Gente Gira", o que nos responsabiliza a escrita.... Para quem desconheça, Viriato Teles é um conhecido jornalista da área cultural. Gratos pela divulgação.

terça-feira, março 21, 2006

Cumprindo a promessa... com atraso de 1 dia

Duas notas preliminares: i) não sou o “ténico” mais adequado para responder à provocação do CC, uma vez que os PMOT (planos municipais de ordenamento do território) não são a minha especialidade de planeamento; ii) não tenho informação sobre a natureza das alterações ao PDM anunciadas no jornal. Apesar destes “andicapes”, aqui vai um breve comentário (não é tão breve quanto o desejado, uma vez que o assunto tem muito que se lhe diga…).
Primeiro, deixem-me confessar que acho extraordinário que exista um anúncio publicado pela CM e um “contra-anúncio” editado pela equipa que está a realizar a revisão do PDM, este último, pelos vistos, informando que aquela equipa não tem nada a ver com as alterações. Das poucas certezas que tenho, uma delas é a de que a existência de relações de confiança entre CMs e equipas de planeamento, apesar de não ser condição suficiente, é uma condição absolutamente necessária para o sucesso de qualquer processo de planeamento municipal (seja ele a elaboração de um plano “novo” ou a revisão de um plano “velho”). O anúncio e o “contra-anúncio” deixam perceber que nem tudo corre bem neste domínio.
Segundo, deixem-me fazer um bocadinho de história, uma vez que é nalguns pormenores históricos que podemos encontrar explicação para a flagrante falta de qualidade de um grande número de PDMs em Portugal. Dois pontos essenciais. Começo pela “chantagem” que o estado central fez com as autarquias: “não tens PDM não recebes fundos europeus!”. Qual foi a resposta das autarquias? Como seria de esperar (e até legitimamente) os nossos autarcas tocaram os sinos a rebate e toca a contratar equipas externas de engenheiros, arquitectos, sociólogos e economistas (não sei se repararam que desta lista não constam planeadores…) para a elaboração, tipo blitzkrieg, das almejadas 1500 páginas de texto e 250 mapas cheios de cores. Resultado: a qualidade média da primeira geração de PDMs deixa muito a desejar. A adopção de um tipo de produção em massa, como no fordismo, começou a emergir. O PDM do concelho X, junto ao mar, é igual ao do concelho Y, situado nas entranhas das serranias de Trás-os-Montes. Definem-se zonamentos que nem o Salvador Dali conseguiria melhor. Fazem-se projecções da população que não lembram ao Diabo e a Pier Paolo Pasolini (não resisto: sabem por acaso que, juntando a população prevista pelos PDMs da região Norte para 2010, chegamos à hiper-realista soma de 15 milhões de habitantes?). Resumindo, aquele que seria um instrumento privilegiado para diminuir a entropia territorial que caracteriza o nosso território foi completamente desvirtuado.
Acresce que (como o que foi dito anteriormente não chegasse…) a utilização dos PDMs entretanto aprovados, em geral, reforçou esse desvirtuar de objectivos e princípios. Das tais 1500 páginas, onde se faziam diagnósticos detalhados da situação e grandes discursos sobre os desafios de desenvolvimento, os nossos municípios aproveitaram apenas 10, as respeitantes ao regulamento do PDM. Resultado: o PDM, um instrumento flexível de desenvolvimento (!), transformou-se num espartilho (quer para as CM, quer para os munícipes). “Aqui podes pintar a tua casa de roxo, ali não podes instalar aparelhos de ar condicionado exteriores, acolá não podes pôr canhões no meio da rotunda!”… Mais, perante o extraordinário aumento populacional previsto, toca a construir apartamentos e mais apartamentos… até porque as finanças municipais agradecem e os empreiteiros também… Já viram o que era em 2010 não haver casas na Região Norte para as 15 milhões de pessoas?
Querem que continue?
Perante este panorama, a história do anúncio e do “contra-anúncio” parece-me perder importância relativa. Para mim, muito mais importante era assegurar que a revisão do PDM fosse bem feita e permitisse que Águeda dispusesse de uma boa base para planear o seu desenvolvimento de forma decente. Como não tenho qualquer informação sobre o andamento dos trabalhos (alguém tem?), fico pela esperança…

Primavera finlandesa...

Ferry "Silja Line" Helsinki-Stockholm ao fundo... O que é que isto tem a ver com o problema dos PDMs e a provocação do CC? Resposta a caminho...

Danças Ocultas - sonoridades para lá do Malhão


A Casa da Música (CdM), no Porto, apresenta sexta-feira um espectáculo de Pedro Moutinho, que reúne o fado e a música tradicional portuguesa. À voz do fadista Pedro Moutinho juntar-se-á o grupo Danças Ocultas, conhecido pela sonoridade que cria (...) (in Região de Águeda, Março-2006).
O grupo Danças Ocultas, partindo da inspiração do génio do bandoneón Astor Piazolla, tem conseguido paulatina, mas serenamente construir uma carreira recheada de originalidade musical e mantendo as suas raízes. Um bom exemplo de que é possível produzir cultura, e não nos limitarmos a ser meros consumidores passivos. Confesso-me um fã desde o concerto da Fundação Dionísio Pinheiro e quando os CD ainda estavam longe.

sexta-feira, março 17, 2006

Primavera sueca...



Estocolmo, 17 de Marco de 2006. 8 da manhã.
Ferry "Viking Line" Estocolmo-Helsínquia ao fundo.

sexta-feira, março 10, 2006

Provocação ao Carlos R...

Um recente anúncio camarário publicado nos semanários da "bila", recheados de justificações e mais justificações, motivos e razões acerca da imperiosa necessidade de proceder à alteração do regulamento do Plano Director Municipal (PDM), fez-me recordar da última Assembleia Municipal da "bila" que, da mesma forma que costuma aprovar as taxas para a vacina da raiva para os cães, concordou com a dita alteração. Apenas com uma abstenção, por sinal do único membro da AM que demonstrou ter estudado o problema. Esta semana a equipa responsável pelo PDM faz publicar um anúncio (parece que foi escondido...) onde refere as funções e objectivos de tal plano e manifesta surpresa pelas alterações atrás citadas. Como ficamos? Investimos num PDM e depois denunciamo-lo, alterando uma ou duas alíneas que o possam desvirtuar? Fazemos do PDM um cavalo de batalha que serve para tudo menos para o ordenamento do território municipal?Para que serve hoje um PDM? Águeda resiste aos PDM?Águeda resiste aos planos? Em Águeda faz-se depois pensa-se... Será?
A palavra aos "ténicos"...

CPR - Personnummer, ou, em português, Cartão do Cidadão.

CPR - Personnummer, ou, em português, Cartão do Cidadão.
Tak så mycket, ao convite do Rui Neves para participar no bloguejudeu. Antes que me aventure no ciberespaço aguedense, gostaria de informar os meus conterrâneos aguedenses dos princípios que pretendo seguir com esta minha modesta participação:
1- Por razões óbvias, este "reforço do frio" não irá concentrar as suas "postagens" na análise da realidade aguedense "per si", por muito que ela seja interessante ou "picante", já que estando eu "hibernado" a uma razoável distância de quilómetros, seria presunção da minha parte "opiniar" com o mínimo de clareza sobre essa realidade que, verdade seja dita, é bem mais vossa do que minha. Essa tarefa, deixo para os meus caros conterrâneos que, pelo que tenho lido, tem um espírito crítico bastante vivo, o que é de enaltecer.
2- Estes meus postais digitais, não se tratam mais do que isso, serão
efectuados com a intenção de suscitar o debate e a troca de ideais sobre assuntos que, à partida poderão ser considerados ou vistos como distantes numa perspectiva geográfica, mas próximos no nosso dia a dia de cidadãos europeus, quer estejamos em Águeda ou em Estocolmo. O ciberespaço, a última fronteira da Democracia, não só permite uma aproximação de ideias, mas, também, de situações.
Cartão do Cidadão. Recentemente anunciado, o novo cartão do cidadão parece ser, finalmente, uma séria tentativa de desburocratizar a tão criticada máquina pública nacional e tornar a vida dos portugueses menos dependente de uma quantidade razoável de documentos. De facto, quando me encontro em Portugal, tenho sempre dificuldade em perceber a necessidade de tantos cartões; é um para votar, é outro para identificação (o BI), outro para as finanças, outro de saúde, etc. E quando uma pessoa tem o azar de perder alguns desses "pedaços de papel", então, questiono se Kafka era realmente de Praga. Pouco dado a burocracias, mal habituado que estou, fico sempre espantado com as rotinas que o simples acto de conseguir tais cartões implicam no "pobre" do cidadão nacional. Como também sou "nacional", algumas vezes, poucas é certo, também passo por esse sistema e, ainda hoje, recordo com "ternura" kafkiana a minha odisseia na DGV de Aveiro, quando perdi a minha carta de condução e necessitava de pedir uma segunda via. Na Escandinávia, há muito que o elemento de identificação dos cidadãos faz-se através de um número pessoal, 10 números, que englobam a data de nascimento e 4 números aleatórios, e nada mais. O número CPR, assim é chamado, é dado ao cidadão sueco ou dinamarquês quando nasce, e irá acompanhá-lo durante toda a sua vida, desde o berço até à morte. Pode-se mesmo afirmar que sem esse número é quase "impossível" viver nesses países, já que para as autoridades locais a ausência do mesmo significa a não existência do indivíduo; não se pode abrir uma conta bancária, ter uma assinatura de um jornal ou telefone, ser membro de um ginásio e, mais importante, ver o “saldo” da reforma (ou aquela que se espera vir a ter), ter acesso à segurança social e aos seus vários benefícios. Ao contrário de Portugal, nos países escandinavos não existe essa quantidade infinita de cartões e mais cartões. Existe, sim, o tal número. Por outro lado, um elemento de identificação como o nosso BI, que não existe, é de difícil compreensão por estas paragens, essencialmente por motivos de protecção de dados do indivíduo, residindo antes no CPR, que, recorde-se é um número, esse elemento de identificação (na necessidade de mostrar a fotografia da pessoa, os escandinavos identificam-se pela carta de condução onde também aparece o tal CPR). Através do CPR é possível o rápido cruzamento de dados de um determinado cidadão: dados bancários, de saúde, policiais, escolares, com a sua ”comuna” (câmara) etc, etc, facilitando e muito a relação do cidadão com os vários organismos públicos. Esperemos que o nóvel cartão do cidadão venha a facilitar a relação dos portugueses com os seus organismos públicos e, dessa forma, para uma sã sanidade mental. Parece-me, mais uma vez, interessante e estimulante esta analogia com os países escandinavos, de uma clara aposta na “humanização” da esfera pública. Depois do plano tecnológico, agora o cartão do cidadão e, para breve, a declaração do IRS que, segundo entendi, não difere muita da declaração que é feita por estes lados, parece existir uma clara tentativa de aproximação às realidades nórdicas. O que eu espero, para bem do cidadão nacional, é que estas “novas” políticas não passem de mera propaganda política, mas sim de genuínas políticas sociais. Mas, isso, caros conterrâneos, deixo para outra oportunidade.

quarta-feira, março 08, 2006

As aventuras do George Americano

… Estava eu, há alguns anos, concentrado e esforçadíssimo da missão de sabonetar – a palavra não existe, diz o Word, mas que se lixe!!! Vai-te lixar, Word! Põe-te fino... - a zona do corpo que todos nós raramente lavamos, ou seja, aquela parte das costas que só é possível sabonetar a preceito quando arranjamos uma gaja boa e disponível que nos ajude, quando toca a campainha. Quem era, quem não era… Imaginem, amigos, era nem mais, nem menos que o agora extremamente colunável George Americano, meu futuro Presidente da Junta!!! Para quem não souber, eu durmo muitas vezes na freguesia da Borralha…
Surpresa, emoção a rodos, o candidato socialista da altura tocava-me à campainha de casa!!! Que se queria apresentar aos eleitores, que tinha uma mão cheia de grandes ideias para a Borralha, que teria muito prazer em cumprimentar-me, informou-me ele… Como sou (quase) sempre um pragmático, escapei-me apressado – estava a pingar o tapete de Arroiolos do hall… - com um “Tá bem, pá, estou no banho anual, mas podes já contar com o meu voto. Eu, para nos vermos livres do Pedro Coelho, era homem até para mandar rezar uma missa ou organizar uma dança da chuva!”…
Como aparece em todas as estórias das estantes da Joana Inês e da Sofia, o tempo voou célere. O George esforçou-se, fez coisas, percorreu com denodo todos os recantos da freguesia no já famoso “dumper” da Junta, tornou-se (muito) mais conhecido, dedicou muito tempo à coisa pública, até porque, entretanto, ficou desempregado. A realidade foi que uma freguesia absolutamente parada viu nascerem obras interessantes, publicitadas semanalmente pelo próprio Presidente da Junta nos jornais locais, já que a Borralha não tinha o habitual correspondente… E, como em todas as boas estórias, o herói casou-se, no final, com a princesa, que, também como é uso em todas as estórias, era gira como o caraças: O George Americano ganhou as eleições autárquicas seguintes como uma enorme maioria, fez figura, ganhou muito maior peso político! Meteu a filha nas andanças da política e, logo a seguir, foi convidado para um emprego público bem pago na Câmara Municipal, pelo partido que ajudou a ganhar essas eleições…
Tudo isto são factos. O leitor que conclua o que quiser… Mas, como não me demito nunca de defender as minhas opiniões, deixo pública a minha clara reprovação. Afinal, o escândalo é apenas pequeno porque estamos no país dos jobs e dos arranjinhos!... Os argumentos que têm sido largamente divulgados pelo poder rosa, para além de estarem por confirmar – Deixem-no trabalhar! Onde já ouvi isto?... – esbarram contra uma regra de ouro, a que manda que, no que toca ao interesse público, não basta ser é importante parecer, a clareza tem que ser tão absoluta quanto possível! E eu que, nas páginas do “Soberania do Povo”, lutei contra os vícios do poder laranja da nossa Câmara, comecei já a ter alguma dificuldade em encontrar as sete diferenças, na comparação com o novo poder que nos governa…

C. C.

Reforço que vem do frio - um novo blogger

A equipa do Bloguejudeu conquistou um novo blogger. Trata-se de um aguedense que fará ouvir a sua voz a partir das terras frias da Suécia. Queremos saudar o convite aceite pelo "Norte" e esperar pelas suas postagens frias ou quentes...

segunda-feira, março 06, 2006

José Sócrates tulee Helsinki kuten opiskelija!

José Sócrates tulee Helsinki kuten opiskelija= O José Sócrates vai a Helsínquia como estudante!
O nosso "premier", acompanhado de uma ilustre comitiva, vai passar 24 horas em Helsínquia a "estudar" para melhorar o nosso plano (choque?) tecnológico.
Acho bem... A Finlândia saiu de uma enorme crise económica no início dos anos 90 (depois do desmoronamento do seu principal parceiro comercial, a URSS) com grande sucesso. Hoje, é um dos países mais competitivos do Mundo, e quando falo de competividade não estou só a falar de empresas competitivas em mercados globais, mas também noutros tipos de competividade como sejam a justiça social, a qualidade ambiental, etc. . Como é que o fizeram? Uma aposta forte na ciência e tecnologia, em todos os níveis de ensino (desde o fim da II Guerra Mundial diga-se), na organização territorial (não há governos regionais eleitos, mas sim associações de municípios, os chamados conselhos regionais, com responsabilidades de planeamento, gestão da saúde, ambiente e outras áreas, sendo certo que os municípios, por lei (!) são obrigados a integrar)
Porém, é preciso saber aprender! Espero que o Zé, o Manel e outros saibam. Porque se o resultado da "lição" desaguar numa tentativa de cópia da experiência finlandesa, estamos tramados...
Portugal a Finlândia são países muito diferentes, como toda a gente sabe. As "estruturas" socio-economicas são muito distintas. Na Finlândia não há 9 gestores a ganhar 250 mil euros e 900 mil reformados a ganhar menos de 200 euros. Na Finlândia, quando há apostas, há, de facto, apostas. Se calhar a maior lição que o nosso primeiro poderá retirar da sua visita às terras do Kalevala tem mais a ver com a genuinidade das políticas do que com "fogachos" tecnológicos...

Nakemiin! Kiitoksia paljon!

sábado, março 04, 2006

Linguagens arquitetónicas emergentes


É bom Águeda ser notícia por bons motivos. A sempre difícil e desafiante abordagem arquitetónica da definição do espaço urbano, alimentada pela conjugação de múltiplas linguagens está hoje retratada no centro da cidade. O mais antigo edifício "arte trolha" caracterizado pela janela de guarita no sotão e janelas minimalistas, confronta-se num diálogo suave mas complementar com o edifício mais recente caracterizado pelo fruir da luz do Sul. Repare-se no pormenor excelso da quina do telhado do edifício "arte trolha" a fazer-nos deslizar o olhar sobre o prumo da varanda do edifício atrás de si. A própria articulação cromática assente no vermelho do tijolo, assume uma vincada marca regionalista. Estamos perante um produto acabado da articulação de linguagens arquitetónicas, em que o trabalho de paisagista também não foi descurado, como nos podemos aperceber pelos verdes contrastantes com o amarelo e preto das placas criteriosamente selecionadas. Depois das visitas de estudantes e profissionais de Arquitectura ao campus da Universidade de Aveiro, Águeda pode ser incluíada no roteiro cultural da Arquitectura emergente. É uma clara ruptura com a chamada "arquitectura de engenheiro" que tem caracterizado a paisagem urbana da cidade.